É a primeira vez que escrevo algo aqui no blog sem ser somente sobre a Fórmula 1, mas é uma mistura legal.
Vamos começar por uma categoria nacional, que é a Stock Car, no qual participam ex-pilotos da F1, como por exemplo, o Jungle Boy, Antonio Pizzonia. Piloto da Amir Nasr em 2009, faz uma temporada regular, estando presente no G10 da categoria, no qual irão brigar pelo titulo nos playoffs. Apesar da bela temporada que faz, com um bom carro, a equipe enfrenta problemas financeiros, no qual impossibilitaram a presença do amazonense na última etapa realizada no RJ. Já na etapa de Salvador, a confirmação da equipe, foi feita de última hora, após o êxito da confirmação do patrocínio por uma etapa do Guaraná Dolly.
Isso mostra a falta de apoio a uma categoria na qual é a mais importante do país, com pilotos de nome nacional e internacional. As condições poderiam ser outras? Poderiam, mas essa é a realidade do automobilismo nacional, onde não tem apoio efetivo e com ênfase do governo federal e das grandes empresas nacionais, tornando a categoria mais importante categoria do país, às vezes em uma simples categoria de turismo.
Agora vamos sair do Brasil e seguir para a Europa, onde é disputada a SuperLeague Fórmula, que é um campeonato formado por equipes de clubes do futebol mundial. Lá, Antonio Pizzonia também participa, onde representa a equipe do Corinthians. Atualmente é o 5º colocado no campeonato, com chances de titulo, brigando sempre pelas poles e pelas primeiras posições nas corridas.
Agora o que isso tem haver com a Fórmula 1? A resposta é simples, Antonio Pizzonia é o nome disso tudo.
Com os excelentes resultados conquistados em ambas as categorias e a competitividade mostrada principalmente na SuperLeague, levaram Antonio Pizzonia a ser sondado pelas novas equipes que vão participar da F1 em 2010 e pela equipe Williams, na qual foi piloto de testes e titular durante algumas etapas.
No último GP da F1 em Monza, lá estava Antonio Pizzonia, convidado da equipe Manor, no qual conquistou seus principais títulos em categorias de acesso na década de 90, sendo o maior vencedor da equipe e adorado por todos até hoje. Além do mais, a Manor terá apoio do Grupo Virgin, atual patrocinadora da Brawn GP. Também, segundo o mesmo, foi sondado pela USF1, equipe norte-americana que irá ingressar na categoria máxima do automobilismo mundial.
O próprio Pizzonia confirmou em diversas entrevistas, que está em seu melhor momento na carreira, e isso podemos ver nas categorias na qual participa, como também através do Twitter, onde é uma das pessoas mais irreverente, sempre descontraído e mostrando estar de bem com a vida, sendo adorado por todos seus seguidores e amigos, mostrando todos esse seu lado alegre de ser, interpretando o personagem Slash, onde faz a alegria de muitos com bastantes risadas.
Seria uma boa para ele voltas a F1? Só ele sabe, só ele pode tomar essa decisão. Pizzonia é rápido, constante e hoje, muito mais maduro e experiente. O que nós sabemos é que com certeza gostaríamos de vê-lo novamente lá, dando o seu melhor.
Sua volta seria um passo para a categoria, onde apesar de todos os escândalos surgentes nos últimos anos, é de uma certa estabilidade, com grandes patrocínios, direitos de imagem, dentre outros. Assim, evitando transtornos como da última etapa da Stock Car.
Ele vai voltar? Não sei, mas quero! Se ele sabe? Também não sei, mas sei que ele quer!
Seria realmente mto bom ver o Pizzonia de volta à F1... Agora esse problema do Patrocinio no Brasil é fruto tb da desorganização de alguns eventos, equipes e participantes e da midia de divulgação que não gosta de mostrar as marcas patrocinadoras! Eu acompanho de perto e por dentro as dificuldades com patrocinio... Não é fácil!!!
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